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Perguntas frequentes
Procure por respostas às suas perguntas

P: É possível conectar um gancho automático no olhal de outro gancho?

R:

Não. Tanto a norma OSHA quanto ANSI indicam que mosquetões e ganchos automáticos não devem ser conectados uns aos outros. O gancho também precisa ser alinhado à carga aplicada, se estiver conectado ao olhal de outro gancho, e não deve movimentar-se ou girar quando uma carga é aplicada. A compatibilidade entre as duas conexões também deve ser considerada. 

P: Qual é a capacidade da cinta de segurança contra trauma de suspensão DBI-SALA® (modelo 9501403)?

R:

Ela tem uma capacidade de 420 lb (uma pessoa).

P: É aceitável prender seu sistema de proteção contra queda a um andaime?

R:

Sim, se o andaime suportar as cargas em potencial e o fabricante de tal andaime aprovar essa utilização, você pode prender a ele seu sistema de proteção contra queda. Certifique-se de que as ferragens de conexão utilizadas por você tenham conectores suficientemente grandes para um fechamento e travamento completo ao prendê-las a um andaime (p. ex., Talabarte com gancho para vergalhão). Assegure-se também de que as ferragens de conexão (mosquetão automático) possam ser usadas nesta orientação.

P: As âncoras para telhado inclinado DBI-SALA® podem ser utilizadas como âncoras de extremidade em um sistema de travaqueda horizontal?

R:

Sim, dependendo da superfície de ancoragem, tipo de fixadores e do sistema de travaqueda horizontal. Consulte as instruções ao usuário de cada um dos componentes para obter detalhes completos, ou contate a Capital Safety para informações específicas.

P: Os produtos de proteção contra quedas de cinturão tipo paraquedista e talabartes são recomendados para fácil limpeza, por exemplo, quando usados em ambientes com amianto, tintas, etc.?

R:

Sugerimos produtos cujo tecido tenha revestimento resistente. O tecido com revestimento resistente é de poliuretano, e permitirá que o tecido seja limpo com muito mais facilidade. A Capital Safety oferece diversos cinturões tipo paraquedista, talabartes e cintas de ancoragem da marca DBI-SALA®, que incluem a característica especializada de fibra com revestimento resistente.

P: A que se refere a afirmação “100% de proteção contra queda”?

R:

O termo “proteção contra queda de 100 por cento” significa que, em qualquer momento em que uma pessoa esteja exposta a riscos de queda (quando estiver em uma altura determinada ou acima dela), ele ou ela precisa estar protegido por um sistema de proteção contra queda ativo ou passivo. Sistemas ativos incluem sistemas de retenção de queda como cinturão tipo paraquedista de corpo inteiro, talabarte e ponto de ancoragem. Um sistema passivo pode incluir guarda-corpo ou redes.

Por exemplo, se uma empresa indicar que são necessários 100 por cento de proteção contra queda acima de 6 pés, um trabalhador subindo uma escada fixa de 20 pés até um telhado deve estar protegido por uma gaiola, sistema de segurança para escada ou outro tipo de proteção ativa ao escalar, assim como no momento em que sair da escada para o telhado. Um dispositivo de posicionamento ou restrição de deslocamento pode ser parte desse sistema com 100 por cento de proteção contra quedas. Todavia, o mais frequente é que um sistema classificado de retenção de queda de apoio também seja utilizado enquanto estiver conectado ao sistema de posicionamento ou restrição de deslocamento.

P: Que tipos de treinamento a Capital Safety oferece?

R:

A Capital Safety oferece uma gama completa de opções de treinamento para resgate e proteção contra queda, incluindo treinamento de Pessoal Competente, de Conscientização, de Pessoal Qualificado, treinamento de Inspeção, cursos de escalada e OSHA, e mais. Nossos programas vão de quatro horas a cinco dias, e podem ser realizados em um de nossos centros de treinamento ou então conosco indo até seu local. Além disso, podemos personalizar um curso para as necessidades específicas de sua instalação ou local de trabalho. Para mais informações, clique em "Treinamento" em nosso website.

P: Qual é a resistência mínima da ancoragem?

R:

De acordo com a NR-35, os pontos de ancoragem devem ter força para suportar a carga máxima aplicável. Isto significa que um profissional legalmente autorizado deve conhecer a força aplicável para selecionar os pontos de ancoragem. Normalmente, um fator de segurança de 2 é usado para determinar a resistência mínima de um ponto de ancoragem. Normas técnicas da ABNT estabelecem que o trabalhador deve receber uma força de frenagem máxima de 6 kN, ou cerca de 600 kgf. Quando estamos tratando de travaquedas horizontais as forças que atuam nas extremidades podem ser multiplicadas muitas vezes, dependendo de fatores tais como o alongamento da corda e da existência (ou não) de um absorvedor de energia no travaqueda. Nestas situações, a ancoragem de extremidade deve ser muito bem calculada em função das forças de atuação. A DBI/SALA oferece cordas de segurança portáteis para até dois trabalhadores, com absorvedor de energia, que limitam a força aplicada à ancoragem de extremidade para 11,1 kN, ou seja, ela fornece dados para o profissional autorizado selecionar os pontos de ancoragem, sabendo a carga máxima aplicável.

P: Pode um trabalhador pesando mais de 100 kg trabalhar em altura?

R:

Para corretamente lidar com a capacidade de peso de equipamentos de proteção contra quedas (cinturão tipo paraquedista, talabarte ou um cabo de segurança), é necessário entender previamente os três princípios básicos ou fundamentos de proteção contra quedas. Eles são: 

  • Força de frenagem: No Brasil, a ABNT limita a força de frenagem a 6 kN, cerca de 600 kgf. Este valor se deve à função dos limites do corpo humano, de 12 kN, com um fator de segurança de 2. A força de frenagem está intrinsecamente ligada ao absorvedor de energia dos talabartes de segurança ou mecanismo de frenagem dos trava-queda retrátils.
  • Distância: é essencial para a eficácia de um sistema de proteção contra quedas, e deve ser informada pelo fabricante do talabarte.
  • Queda pendular. Um impacto lateral durante uma queda pode ser tão grave quanto uma colisão com o solo, e também pode cortar o cabo de segurança ou o talabarte, se houver um contato com uma borda afiada.

No Brasil, as normas técnicas da ABNT que controlam a fabricação de equipamentos de proteção contra quedas usam uma massa rígida de 100 kg (220 lb) para testar esse tipo de equipamento, seja ele um cilindro de aço para talabartes e cabos de segurança, e um manequim (área dorsal) para cinturão tipo paraquedista. É razoável associar o peso usado em testes de laboratório para a capacidade do equipamento. No entanto, essa associação não é correta, porque os testes em laboratório de fazer o equipamento passar por condições extremamente rígidas que nunca acontecem em situações da vida real. Além disso, devemos ter em mente que os corpos (cilindro e manequim) usados durante os testes não absorvem energia, diferentemente de um corpo humano. Assim, um fator de conversão entre a massa rígida e o corpo humano deve ser levado em consideração, tendo atingido um entendimento de que uma massa rígida de 100 kg (220 lb) é equivalente a uma massa corporal superior.

Apesar disso, muitos profissionais de segurança, representando seus empregadores e pensando na proteção dos trabalhadores, procuram equipamentos que são testados e classificados para usuários com massa corporal maior do que 100 kg (220 lb).

Na América do Norte, os componentes de sistemas de queda, como talabartes e cabos de segurança, são geralmente classificados para usuários com até 140.6 kg (310 lb), com um fator de queda de 2, que é a condição mais severa de uso. As agências que controlam tal classificação são a OSHA (Saúde Ocupacional e Administração de Segurança do Ministério do Trabalho), que no Brasil seria o equivalente ao Ministério do Trabalho e Emprego, e para o ANSI (American National Standards Institute), que, no Brasil seria o equivalente à ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). Para situações em que o peso combinado do usuário e as ferramentas são maiores que 140.6 kg (310 lb) e até 190.5 kg (420 lb), existem equipamentos classificados para tais situações, desde que o fator de queda seja de 1, ou que a queda livre seja limitada a 1.83 m (6 ft). 

No Brasil, os testes de EPI para proteção contra quedas estão sempre sujeitos a condições mais adversas, que é Fator de queda 2. Através da criação de uma correlação entre as duas metodologias de testes é possível dizer que todos os equipamentos da Capital Safety são classificados para usuários de até 140.6 kg em uma condição de fator de queda de 2, e de que a força de frenagem seria menor que 6 kN.

Caso seja necessário o uso de equipamento para uma condição em que o peso combinado do utilizador e ferramentas seja maior do que 140.6 kg, entre em contato com a Capital Safety do Brasil.

Telefone: 0800-775-6600, ou brasil@capitalsafety.com, ou epi.sit@mte.gov.br. e  http://www.animaseg.com.br/2.asp?not=1426

P: O que significa Folga e Fator de queda?

R:

Folga é a distância a partir da área de trabalho para o chão ou para a obstrução mais próxima abaixo. Quanto maior for a queda livre, maior será o comprimento da queda e da desaceleração. É importante tornar a queda livre tão curta quanto possível. O local da ancoragem e o comprimento do talabarte afetarão a queda livre. Quanto maior for o ponto de ancoragem, menor será a queda livre e a desaceleração. Em situações em que a folga esteja entre 2 e 3 m (6 ft 6 in e 9 ft 10 in), um talabarte de segurança convencional dificilmente será eficaz. Assim, podem ser utilizados outros métodos. Garras de cabo para travaquedas ou trava-queda retrátils podem ser uma boa solução, desde que haja um ponto de ancoragem acima dos ombros. Quando as circunstâncias não permitirem o uso de trava-queda retrátils convencionais (estacionárias), pode ser considerada a utilização de uma versão compacta que esteja ligada ao cinturão tipo paraquedista e seja usada como trava-queda retrátils. 

O fator de queda está associado a duas variáveis​​:

  1. O comprimento do talabarte, e
  2. A altura do ponto de ancoragem

Com um ponto de ancoragem na mesma altura do cinturão abdominal (dorsal ou peitoral) argola em D, o fator de queda será 1, ou seja, a queda livre do trabalhador será equivalente a um talabarte. Se o talabarte é mais longo do que 1.8 m (5 ft 10 in) de comprimento, o comprimento da queda livre será de 1.8 m (5 ft 10 in). A situação mais indesejável será aquela em que a ancoragem está localizada aos pés do trabalhador. Nesta situação, a queda livre será equivalente a dois talabartes (no nosso exemplo, 3.6 m (11 ft 9 in). Só então o absorvedor de energia irá atuar. A situação mais segura é aquela em que o fator de queda é zero, ou próximo de zero, porque quase não há quedas livres. No entanto, o trabalhador terá mais limitações para se movimentar, sendo impossível, por exemplo, agachar-se. 



P: Como calcular a Folga?

R:

O cálculo de vão livre é vital. Por exemplo, se a distância total de queda for maior do que o espaço livre, o problema é evidente. É importante, ainda, lembrar-se de levar em consideração, todos as obstruções projetadas embaixo do trabalhador ou o equipamento no chão. Isto reduzirá o vão livre para o trabalhador. 

No Brasil, as normas da ABNT NBR 14,629:2010 – Absorvedor de Energia - determinam que esse equipamento seja incorporado aos talabartes, ou seja, permanentemente ligado, e suas etiquetas marcados com a distância mínima para o uso. Isso é informado ao trabalhador através de um pictograma. Normalmente, a folga está entre 5 e 6 m (16 ft 4 in e 19 ft 8 in).

P: Como inspecionar o cinturão tipo paraquedista?

R:

Antes de cada uso, verifique o cinturão tipo paraquedista de acordo com as seguintes instruções:

  1. Verifique as ferragens do cinturão tipo paraquedista (fivelas, argolas em D, almofada dorsal, as prendedores). Esses itens não devem estar danificados, quebrados, destorcidos e deve-se evitar bordas afiadas. Não deve haver rebarbas, rachaduras, peças desgastadas ou corrosão. Peças revestidas com PVC não devem ter cortes, rasgos, rebarbas, buracos e outros danos ao revestimento para garantir a não-condutividade. Verifique se as fivelas funcionam corretamente. Verifique também rapidamente, fivelas de engate, se existirem, certificando-se de que elas trabalhem livremente e que um clique seja ouvido quando ocorre o travamento da fivela. Verifique também a mola da fivela.
  2. Verifique a rede. O material não deve ter tecido desgastado, cortado ou quebrado. Verifique se há rasgos, abrasões, mofo, queimaduras ou descoloração. Verifique a costura. Verifique se há pontos soltos ou quebrados. Pontos quebrados podem ser uma indicação de que o cinturão tipo paraquedista sofreu um impacto de carga e deve ser removido de operação.
  3. Verifique as etiquetas. Cada etiqueta deve estar presente e ser totalmente legível.
  4. Verifique todos os componentes do sistema de acordo com as instruções do fabricante.
  5. Verifique o indicador de impacto costurado. O indicador de impacto costurado é uma parte da rede dobrada por cima e fixada com uma costura padrão e específica segurando as partes dobradas (verifique com o fabricante, se tiver alguma dúvida). Esta costura padronizada foi projetada para ser liberada quando o cinturão tipo paraquedista evitar uma queda ou quando ele é submetido a uma força equivalente. Se o indicador de impacto foi ativado, o cinturão tipo paraquedista deve ser removido de operação e destruído.
  6. Observe a data e os resultados da inspeção nos registros de inspeção e manutenção.

O cinturão tipo paraquedista deve ser verificado por uma pessoa qualificada, uma vez por ano, no mínimo, além do usuário. Registre os resultados de cada inspeção formal nos registros de inspeção e manutenção.

Se estiver usando o equipamento pela primeira vez, entre em contato com o Serviço de atendimento ao cliente.

IMPORTANTE: consulte o manual do equipamento para mais detalhes. Verifique a NR-35 para os procedimentos adequados. 

http://portal.mte.gov.br/data/files/8A7C816A419E9E3401420E0B5A4D4C57/Cartilha%20NR%2035.pdf

P: Os Cinturões tipo paraquedista e os talabartes podem ser usados novamente depois de terem sido submetidos a uma queda?

R:

Se o indicador de impacto foi ativado, o cinturão tipo paraquedista ou talabarte deve ser imediatamente removido de operação e destruído.

De acordo com a NR-35, o EPI, acessórios e sistemas de ancoragem que apresentarem quaisquer defeitos, degradação, distorções ou que tenham sido submetidos a uma queda devem ser desativados e descartados, exceto quando sua restauração está prevista pelas normas técnicas nacionais ou, na ausência de tais regras, as regras internacionais.

http://portal.mte.gov.br/data/files/8A7C816A419E9E3401420E0B5A4D4C57/Cartilha%20NR%2035.pdf

P: Equipamentos com CA vencido, porém em completas condições de trabalho podem ser usados?

R:

Equipamentos com CA vencido - Certificado de Aprovação - não podem ser usados em nenhuma circunstância. Para mais informações, consulte o fabricante.

P: É permitido o uso de cinturão tipo paraquedista com travaquedas ou talabartes de diferentes fabricantes?

R:

O uso de um cinturão tipo paraquedista com talabartes de segurança ou cabos de diferentes fabricantes é permitido apenas se tiverem sido testados e aprovados em um laboratório credenciado pelo Ministério do Trabalho e dados dos equipamentos e fabricantes estiverem no mesmo CA - Certificado de Aprovação.

P: Qual é a força mínima necessária para o Absorvedor de Energia do talabarte começar a funcionar?

R:

A força mínima necessária para um Absorvedor de Energia do talabarte começar a funcionar será um pouco maior que sua força média de frenagem.

A força máxima que um absorvedor pode transmitir para o usuário é de 6 kN. Por razões de segurança, a Capital Safety configura seus absorvedores de energia para uma força máxima de 4 kN.

P: Qual é a força mínima para um absorvedor de travaqueda (Zorbit) começar a funcionar?

R:

11.1 kN.

P: Quando é que o trabalhador é considerado capaz de trabalhar em alturas?

R:

De acordo com Padrão NR-35, um trabalhador é considerado apto e capaz de trabalhar em alturas quando devidamente treinado e cuja saúde foi avaliada e considerado apto para tal atividade e com a aprovação formal da empresa.

O empregador deve promover programas de treinamento de trabalhadores para executar trabalhos em alturas.

O programa de treinamento para alturas deve ser estruturado com treinamentos iniciais, periódicos e eventuais. O treinamento inicial deve ser dado antes que os trabalhadores comecem suas atividades em alturas, o periódico deve ser dado a cada dois anos e o eventual para os casos previstos no item 3.3, letras “a”, “b”, “c”, e “d”, da norma mencionada.

Um trabalhador é considerado capaz para trabalhos em alturas se treinado e aprovado durante um treinamento teórico e prático, com um mínimo de 8 horas. O conteúdo programático deve incluir pelo menos o seguinte:

a) Regras e regulamentos aplicáveis ​​ao trabalho em altura
b) Análise de risco e condições inibidoras
c) Os riscos potenciais inerentes ao trabalho em alturas e medidas de prevenção e controle.
d) Sistemas, equipamentos e procedimentos de proteção coletiva
e) Equipamentos de proteção individual para trabalho em altura: seleção, inspeção, manutenção e limitação do uso.
f) Acidentes típicos em trabalho em alturas
g) Condutas em situação de emergência, incluindo o conhecimento técnico de resgate e primeiros socorros.

O empregador deve fornecer treinamentos periódicos (a cada dois anos), e sempre que qualquer uma das situações abaixo ocorrer:

a) Mudanças nos procedimentos de trabalho, condições ou operações
b) Qualquer evento que indique a necessidade de um novo treinamento
c) Ao retornar de uma licença de trabalho por um período superior a 90 dias
d) Mudança de empresa

  • O treinamento contínuo (a cada dois anos) deve ter uma carga mínima de trabalho de oito horas, de acordo com o conteúdo programático, conforme definido pelo empregador
  • A carga de trabalho e do conteúdo programático deve atender à situação que a motivou
  • O treinamento inicial, periódico e eventual para o trabalho em alturas pode ser administrado em conjunto com outros treinamentos na empresa
  • A capacitação deve ser fornecida preferencialmente durante o horário normal de trabalho
  • Será computado como trabalho efetivo o tempo utilizado para a capacitação 
  • O treinamento deve ser ministrado por instrutores qualificados no assunto, sob a responsabilidade de um profissional qualificado em segurança no trabalho
  • Ao final do treinamento um certificado deve ser emitido com o nome do funcionário, o conteúdo programático, as horas de trabalho, data, local do treinamento, nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável.
  • O certificado deve ser entregue ao trabalhador com uma cópia mantida nos arquivos da empresa
  • A capacitação será registrada nos registros do funcionário.

Para mais detalhes sobre capacitação e treinamento no trabalho em alturas, consulte Tule NR-35, no link:

P: Que tipos de treinamento a Capital Safety oferece?

R:

A Capital Safety do Brasil desenvolveu o programa Capital Safety Training Partner para estabelecer parceiros qualificados capazes de fornecer treinamentos de classe mundial em proteção contra quedas. Os parceiros são treinados para oferecer a mesma qualidade que as dos centros de treinamento da empresa em outros lugares do mundo. 

Os principais cursos oferecidos no Brasil são:

  • Pessoa competente para trabalhar em alturas para supervisores de usuários autorizados que desejam implementar e monitorar um programa de proteção contra queda controlada. Este curso é um programa de aprovação/reprovação. Ele incorpora um ampla treinamento, tanto em sala de aula quanto na prática, provas escritas e práticas conforme exigido pela OSHA norte-americana, padrão ANSIZ359.2, o CSA canadense e a nova Norma brasileira NR-35.
  • Pessoas autorizadas a trabalhar em alturas para qualificar um trabalhador para trabalhar em alturas através de procedimentos de segurança e tendo em consideração as exigências do Ministério do Trabalho, conforme Norma NR-35.
  • Pessoas competentes para trabalhar com o resgate industrial, onde os alunos irão expandir o seu conhecimento e capacidades de utilizar equipamentos de pré-engenharia e técnicas da selva para um resgate seguro e eficiente.

Depois de uma conclusão bem sucedida de qualquer um dos cursos, o aluno receberá um certificado reconhecendo que cumpriu ou excedeu os requisitos da CSA, OSHA, ANSI e NR35 como uma pessoa competente ou autorizada a trabalhar em alturas.

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